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As meninas sobem ao palco

6 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

por Valéria Mendonça

as meninas          Lorena Vaz Leme(Clarissa Rockenbach) é sonhadora e romântica, Lia de Melo Schultz(Silvia Lourenço) é guerrilheira e idealista e Ana Clara Conceição(Luciana Brites) é uma modelo junkie. Rebeldes cada uma a sua maneira, As Meninas, premiado romance da escritora Lygia Fagundes Telles, saem do livro, escrito em 1973, e sobem ao palco do Teatro Eva Herz. Adaptado pela dramaturga Maria Adelaide Amaral e dirigido por Yara Novaes, a peça foca nas paixões e angústias dessas três garotas que vivem em um pensionato de freiras no período da Ditadura Militar brasileira.
 
De 31/10 a 13/12 - Sáb e Dom
Horário: sáb, às 21h e dom, às 18h
Preço: R$40,00(inteira) e R$20,00 (meia)

Teatro Eva Herz
Avenida Paulista – 2.073
Consolação
Fone: 3170.4059

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Exercício coletivo PUCF5 e APUCultura

20 Outubro, 2009 · Deixe um comentário

reuters_livro_2Por Pollyana Ferrari

Produzir resenha de 15 linhas em formato de post hipermidiático sobre o novo livro de John Kelly. Entrega prevista para os dias 03 e 04 de novembro, respectivamente. Publicado pelo Reuters Institute for the Study of Journalism, a obra está disponível para download gratuito. Leitura rápida, de apenas 50 páginas, mas incluindo tópicos como a incorporação da participação pelo mainstream e algumas predições para o futuro. O Institute tem uma considerável coleção de publicações disponíveis para download.

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Lançamento: Livro trata dos grandes problemas de urbanismo das metrópoles

1 Outubro, 2009 · 1 Comentário

Por Paula Lion

Será lançado hoje o livro Sobre Dispersão Urbana , que reúne artigos de diversos pesquisadores que participaram, em 2007, do II Seminário Internacional sobre Urbanização Dispersa e Novas Formas de Tecido Urbano, encontro que ocorreu na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP .

Organizado pelo professor aposentado da FAU, Nestor Goulart Filho, o livro aborda temas como mudanças no processo de urbanização no Brasil, com ênfase no estado de São Paulo, a partir da década de 70, em especial nas áreas metropolitanas, sob a perspectiva do Urbanismo e da Arquitetura.

Sobre Dispersão Urbana, Editora Via das Artes, R$ 45,00

Sobre Dispersão Urbana, Editora Via das Artes, R$ 45,00

O Lançamento acontece nesta quinta-feira (1), às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional ( Av. Paulista, 2073, São Paulo). Para mais informações sobre o evento, ligue : (11) 31704033

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Um século e meio de Valentim Magalhães

17 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Paula Lion

academia brasileira de letras Se ainda vivo, Antonio Valentim da Costa Magalhães estaria comemorando, este ano, seu 150° aniversário. Nascido no rio de Janeiro no dia 16 de janeiro de 1859 e formado em direito pela Faculdade Largo de São Francisco em São Paulo, o poeta e jornalista teve sua fama muito mais por suas ideias revolucionárias do que por suas obras.

Escritor desde cedo, publicou seu primeiro poema ‘Quadros e Contos’ em 1882. Começou seus seu trabalho como jornalista ao regressar ao Rio de Janeiro depois de formado até quando chegou na direção do periódico ‘A Semana’ em 1889, onde incentivou a Abolição e a Republica. Sempre ajudando na divulgação de novos nomes do cenário da literatura da época, era atacado e defendido por muitos em seus constantes envolvimentos com questões polêmicas, o que levou a um desgaste de sua imagem com o passar do tempo. Sobre isso, declarou mais tarde: “A princípio fui gênio, mais tarde cousa nenhuma. Hoje César, amanhã João Fernandes”.

Ao regressar de Paris em , participou também, junto com o escritor Artur de Azevedo do movimento contrário ao romantismo, denominado Batalha Do Parnaso. E no dia 20 de Julho de 1897 seu nome foi definitivamente marcado na história do Brasil ao ocupar a cadeira n° 7 na fundação da Academia Brasileira de Letras, que teve como patrono o escritor Castro Alves. Flor de Sangue, chamada de “literatura apressada” por José Verissimo, foi a primeira doação ao acervo da Biblioteca da Academia.

Sendo seu sucessor na academia, Euclides da Cunha descreveu ao seu ver o escritor: “A geração de que ele foi a figura mais representativa, devia ser o que foi: fecunda, inquieta, brilhantemente anárquica, tonteando no desequilíbrio de um progresso mental precipitado a destoar de um estado emocional que não poderia mudar com a mesma rapidez”.

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Livro-reportagem revela história pouco conhecida

30 Outubro, 2007 · Deixe um comentário

“Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura” venceu edição do prêmio 2007, entregue na quinta-feira passada

POR RAFAEL ALBERTO

O 29º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos foi conferido a trabalhos jornalísticos em nove categorias, além de menções honrosas, em cerimônia na quinta-feira, dia 25, em teatro no centro de São Paulo. A solenidade ocorreu na data em que se completavam 32 anos do assassinato, pela ditadura militar, do jornalista que dá nome ao prêmio – considerado um dos mais importantes do jornalismo brasileiro e o principal em direitos humanos, instituído quatro anos após a morte de Herzog.

Concorriam 271 produções, no total. Na categoria “Livro-reportagem”, a comissão achou por bem reconhecer a percepção de um experiente jornalista que aos 7 anos de idade testemunhou a mobilização de tropas do exército na cidade de Alegre (ES).

Criança, o futuro jornalista foi se inquietando sobre os mistérios que envolviam aquela movimentação – e que eram indícios da operação militar que pôs fim à primeira guerrilha contra a ditadura brasileira, a Guerrilha do Caparaó. Trata-se do livro “Caparaó – A primeira guerrilha contra a ditadura” (Boitempo Editorial).  

Ao querer responder àquela curisidade infantil, o jornalista Caldas acabou revelando ao país um dos seus episódios menos conhecidos. Na obra, o jornalista resgata este que, segundo ele, foi a primeira etapa da luta armada contra a ditadura, que só terminaria com a derrota da Guerrilha do Araguaia.

No discurso em que agradeceu o reconhecimento da premiação, Caldas declarou que apenas publicou, “mas quem escreveu o livro foi a história”. 

Na categoria “Revista”, a vencedora foi a reportagem sobre garimpo na Amazônia (“Época”). O troféu foi entregue por Antonio Carlos Malheiros, presidente da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, integrante da comissão organizadora. Na categoria “TV – Reportagem”, a premiada foi a série de reportagens sobre mulheres que transformaram a comunidade onde vivem (Record). Em “Arte”, o vencedor foi o trabalho “Prisões humanizadas”.

Na categoria “Internet/Site”, o blog “Contador de homicídios”. Em “Rádio”, a série de reportagens sobre afrodescendentes recebeu o prêmio, que foi entregue pelo bispo auxiliar de São Paulo dom João Mamede Filho, que representou o arcebispo dom Odilo Scherer no evento. Na categoria “Jornal”, a premiada foi a série sobre brasileiros que vivem sob a “ditadura” do narcotráfico (“O Globo”).

Em “Fotografia”, a contemplada foi a imagem em que “PMs reagem com força à ação de bandidos” (“Diário de Natal”). Na categoria “TV – Documentário”, a série sobre a exploração na produção de fogos de artifício na Bahia (Record). Estudantes de jornalismo também foram premiados, com a reportagem vencedora “O quilombo dos tempos modernos luta por igualdade”, da zona leste.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, José Augusto Camargo, disse que os trabalhos vencedores contribuíram para o respeito ao direito civil, pelos qual todos os cidadãos são iguais perante a lei, que considerou o que “menos evoluiu” no país.

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Moça com Brinco de Pérola

15 Outubro, 2007 · Deixe um comentário

vermeer.jpg

por Érika Caprotti

Inspirado no quadro homônimo do pintor Johannes Vermeer, o romance Moça com o Brinco de Pérola é uma especulação sobre como teria sido concebida a famosa obra do artista, que hoje é conhecida como “a Monalisa holandesa”. O pintor nasceu na cidade de Delft na Holanda e se casou com Catarina, uma mulher muito rica, que depois de sua morte doou suas obras em troca de uma pensão modesta. A autora Tracy Chevalier cria uma fantasia em torno de sua história, especulando como o artista teria pintado seu mais famoso quadro.

            Na trama, que mistura fatos reais com ficção, a Moça com o Brinco de Pérola é a jovem Griet, de 17 anos, filha de um pintor. Seu pai sofre um acidente que o deixa cego e impossibilitado de exercer sua profissão. Para ajudar sua família, ela passa a trabalhar na casa de Johannes Vermeer, que a contratou porque precisava de uma empregada capaz de limpar seu estúdio sem mudar os objetos de lugar. Com o tempo, a relação entre os dois se torna cada vez mais íntima e um amor impossível entre a musa e o pintor surge para abalar a vida da família Vermeer e escandalizar a sociedade da época.

            Chevalier tem um estilo envolvente que prende a atenção com suas descrições e suas metáforas precisas. Em alguns momentos da história temos a sensação de estarmos diante de uma grande obra de arte devido ao talento da autora para criar imagens vibrantes com palavras. O romance deu origem a um filme de mesmo nome em 2003, cujo roteiro foi escrito por Chevalier em parceria com Olivia Hetreed.

Serviço:

CHEVALIER, Tracy. Moça com brinco de pérola, Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 2004, 6ªed. 240p. Original:Girl with a pearl earring.

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Mídias, máfias e rock n’roll, Cláudio Júlio Tognolli

24 Setembro, 2007 · Deixe um comentário

Mdia, máfias e rock n'roll - Claudio J.Tognolli

por Danilo Rodrigues

Cláudio Júlio Tognolli, como vocês devem saber, é o convidado da aula do Arbex no próximo dia 25.
Jornalista, 43 anos, formado na USP, trabalhou em quase todos os veículos da dita “grande mídia”, como a Folha de S.Paulo, a revista Época e muitos outros. Atualmente faz “frilas” para o site Consultor Jurídico, do Estadão, e para a revista Galileu, além de ser professor do curso de Jornalismo da ECA-USP. Já escreveu vários livros sobre a prática jornalística, entre eles o vencedor do Prêmio Jabuti 1996 (categoria reportagem) O século do crime , com um tal de José Arbex Jr. (conhecem ?).

Não causa espanto a pífia divulgação que Mídias ,máfias e rock n’roll tem tido desde que foi lançado (em março último), pois mexe em feridas bem desagradáveis, como a grande influência de empresários como os famosos Daniel Dantas e Nélson Tannure têm sobre as pautas da imprensa, ou os podres da invasão brasileira no Haiti e os esquemas obscuros feitos pelo governo para libertar o corpo do engenheiro brasileiro seqüestrado no Iraque. Tudo a partir da própria experiência como repórter investigativo.

Tognolli também entra na seara das teorias do jornalismo, sem, no entanto, ser chato. Fala-se de ética na imprensa, editorialização, espetacularização da mídia, entre outros assuntos de importância para nós, estudantes e interessados no jornalismo. O “guru” de Tognolli, Timothy Leary (o “pai” do LSD) é sempre citado, também. Serve para conhecer melhor como pensava essa figura deveras bizarra.

Só não recomendo “Mídias” para quem ainda tem alguma ilusão a respeito do jornalismo, porque serão perdidas logo no início da leitura. A “moral” do livro, se é que existe, seria “jornalismo é igual salsicha: se todos soubessem como é feito, ninguém comia”.

SERVIÇO
Mídias, máfias e rock n’roll , Cláudio J.Tognolli
Editora do Bispo – R$ 38,00

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Relendo Clássicos – “Sobrevivo a mim mesma”

31 Agosto, 2007 · Deixe um comentário

Sobreviver a si mesmo é o grande desafio encontrado no romance A Náusea, de Jean Paul Sartre. Antoine Roquentin, personagem principal – intelectual pequeno burguês, se sente acuado frente à pressão da leveza de sua própria existência e, em conseqüência, da existência das coisas sensíveis.

Perplexo, Roquentin se descobre vivo, mas sem sentido para sua vida. “Não desejavam existir, só que não podiam evitá-lo, era isso”, conclui o personagem em certa altura do texto. Não sem antes conduzir o leitor por um verdadeiro embate intelectual sobre a natureza das coisas sensíveis e a própria natureza do ente que pensa.

A náusea, que dá título ao romance, é fruto inconsciente de uma percepção demasiado aguçada sobre o sentido da vida – o de que ela não tem sentido.

Náusea literal. Náusea que coloca personagem e, em certa medida, leitores sob uma sensação de mal estar. Sensação que perpassa toda a história. Náusea psicológica, mas, também, náusea propriamente dita, física.

“Impossível não pensar em suicídio. Eu leio citações soltas de Sartre e já coloco o pé na janela”, disse-me uma amiga ao saber que eu estava lendo um romance inteiro do filósofo francês.

Mas até mesmo a morte seria demais no conflito de A Náusea. “A carne corroída teria sido demais na terra que a recebesse, e meus ossos, finalmente, limpos, descarnados, asseados e imaculados, como dentes, também teriam sido demais: eu era demais para a eternidade”.

Perceber a existência assim, tão próxima e, ao mesmo tempo, desnecessária, incomoda. Incomoda porque desconstrói verdades originárias. O mundo existe, assim como eu, sem porquê e independente da minha vontade.

Fugir desta percepção? “Ainda que me encolha em silêncio, num canto, não me esquecerei de mim. Estarei presente”, constata Roquentin, advertindo-se do perigo de querer tentar se afastar, inutilmente, da existência que pesava sobre si.

Roquentin não tem importância coletiva. “É apenas um indivíduo”, lê-se na epígrafe do romance. E é individualmente que Roquentin ridiculariza os homens, passivos e descansados na ‘certeza’ contraditoriamente dubitável de suas próprias identidades.

A arte, o amor e o trabalho são tábuas de salvação. Sensíveis, é verdade, mas possíveis.

 por Rafael Alberto

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O mundo diplomático brazuca

14 Agosto, 2007 · Deixe um comentário

Ao passear meus olhos rapidamente pela banca de jornais hoje, me deparei com uma surpesa. Uma cópia do Le Monde Diplomatique, o renomado periódico francês de jornalismo opinativo, que normalmente só se encontrava em certos aeroportos no Brasil. Surpresa maior ainda foi ver, ao puxar a revista do stand, que era Le Monde Diplomatique Brasil, finalmente ganhando uma edição impressa no país, como já acontecera em inúmeros outros países no mundo. E como já acontece com outras versões brazucas de publicações gringas – como a recente Rolling Stone Brasil -, esta conta com uma boa safra de artigos traduzidos da edição francófona, e alguns de produção original. E também como a Rolling Stone (com quem também divide o preço um tanto salgado para as bancas nacionais, de R$8,90), se pauta em grande parte pela gringa. Não que estejamos reclamando.

“Le Diplo”, como é conhecida por leitores mais íntimos na França, tem um legado por apresentar um jornalismo sério, que foge aos moldes do hard-news, se concentrando em oferecer um conteúdo mais aprofundado sobre política, cultura e atualidades, entre outros temas diversos. A publicação, nascida como suplemento diplomático do jornal diário Le Monde em 1954, se preza por seu ”pensamento único”, visão crítica, qualidade dos artigos e abordagem neutra e pluralista (apesar de hoje ser apontada por alguns como tendendo mais para a esquerda). Em 1996, o periódico mensal ganhou sua atonomia editorial, e hoje abrange um “império” de 69 edições internacionais, entre impressas e eletrônicas, em 26 línguas. Também foi pioneiro no copyleft, sendo uma das primeiras publicações a disponibilizar seus textos integralmente aos internautas, atitude seguida pela versão nacional.

Já a edição brasileira, apesar de existir no Internet a mais de 8 anos, inaugura a versão impressa este mês, seguindo nos moldes da francesa, tanto editoriais quanto gráficos. Impressa em formato de tablóide – o que a torna um pouco difícil de carregar e ler no ônibus -, apenas diverge no uso de papel-de-revista que, como comentou uma compatriota dos editores gringos, “é muito melhor do que o papel-jornal da versão francesa”. Conta com excelentes traduções, ótimos (apesar de escassos, infelizmente) artigos brasileiros, e um atrativo interessante para o primeiro número: uma entrevista com o polêmico lingüista americano Noam Chomsky (muito bem ilustrada, por sinal).

A proposta da revista é de “responder às demandas de leitores críticos que buscam visões aprofundadas das realidades brasileira e mundial”, condensada pelo slogan “Um novo olhar sobre o mundo. Um novo olhar sobre o Brasil”. No editorial, José Tadeu Arantes enfatiza, “A visão multilateral da cena planetária, em contradição com o foco estreito ditado pelos centros hegemênicos do poder, é um traço característico de Le Monde Diplomatique, do qual se beneficiará a edição brasileira.” Apresenta a revista como uma nova alternativa em um país onde não temos “a tradição de olhar de forma abrangente a conjuntura global”. Pessoalmente, sempre me senti orfã, no Brasil, de uma maior pluralidade no que se refere a cobertura internacional, já que grande parte de nossa mídia se limita a regurgitarem textos de agências e à mídia estadunidense, em geral. Bem, pelo que vejo neste primeiro número, estou convencida. Agora é esperar que cupram a promessa.

Georgia Jordan

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