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Entradas categorizadas em ‘Música’

Chá de Boldo para escutar

28 Outubro, 2009 · 3 Comentários

Por Roni Fagundes

Quem gosta de música alternativa vai adorar tomar… ou melhor, ouvir Chá de Boldo.

Trupe Chá de Boldo

A banda é de São Paulo, tem 13 integrantes.

A música tem influência de vários estilos, desde o samba até o rock. Dessa forma, dificilmente deixa de agradar qualquer pessoa que o escute.

O som Bárbaro dos garotos merece muita atenção. Vale muito a pena conferir a banda ao vivo.

O próximo show dos músicos será no dia 06 de novembro, na Av. Gen. Francisco Glicério n° 206, em Santos, São Paulo.

Boldo

A Trupe Chá de Boldo pode ser contatada por  meio do site ou do Twitter.

Boa degustação! Bom divertimento!

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Aula-show de MPB

25 Outubro, 2009 · 1 Comentário

Por Roni Fagundes

Andar de avião pra cima (Europa) e pra baixo (América do Sul) com a comitiva do presidente do Brasil não é tudo que o (ex) ministro da cultura faz.

Gil

Aproveitando os dias de “folga” o ilustre e renomado Gilberto Gil aproveita pra fazer o que mais sabe: música.

Na próxima segunda-feira (26), o mestre vai dar uma aula-show de MPB. Será auxiliado pelo pianista Cidinho Teixeira. A imperdível aula será transmitida ao vivo pela rádio Eldorado (no Twitter também: aqui) na internet.

Se você ama MPB e prefere  ver o Gilberto Gil com um violão a vê-lo como ministro, não pode perder.

Então, segunda, às 21 horas, clique no link acima e curta!

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Don’t Rock the Jukebox

17 Outubro, 2009 · 1 Comentário

Por Maurício Souza

jackson

Há exatamente cinquenta e um anos, Alan Eugene Jackson nascia em Newnan, na Georgia. E há pouco mais de duas décadas, debutava a carreira compondo para comerciais no Tennessee. Pouco tempo depois, vestido como um autêntico cowboy, Jackson desbravaria o Novo Mundo e conquistaria o público com a voz e o violão, atingindo o topo das paradas trinta e quatro vezes e angariando uma extensa lista de prêmios.

Números não tão impressionantes para quem executa com boa dose de maestria um estilo tradicional, imortalizado por nomes como Johnny Cash e Willie Nelson.

Em 2001, Jackson entrou para o Georgia Music Hall of Fame.

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Música + Repressão = Rock’N’Roll

16 Outubro, 2009 · Deixe um comentário

Por Valéria Mendonça

O título dá margem a dúvidas, seria um musical? Não, Rock’N’Roll não é um musical, é, na verdade, uma peça que se baseia na música para contar uma história sobre a desestruturação do comunismo no leste europeu. Com uma trilha sonora de deixar qualquer roqueiro orgulhoso, a peça, concebida por Tom Stoppard, tem como único defeito sua duração: são três horas com apenas um intervalo de 10 minutinhos.

É, são três horas, mas três horas de Syd Barret, Rolling Stones, Pink Floyd, U2, Beatles, Bob Dylan, Beach Boys, John Lennon, Velvet Underground, Grateful Dead, Guns’n’Roses, Doors e The Plastic People of the Universe, banda que surgiu em Praga, logo após a famosa Primavera, e que serve de impulso para o enredo da peça, que se passa em Cambridge e na cidade Tcheca, entre os anos de 1968 e 1990.

Otávio Augusto (à dir.) contracena com Thiago Fragoso na peça.

Otávio Augusto (à dir.) contracena com Thiago Fragoso na peça.

 

A história gira em torno de Max (Otavio Augusto, indicado ao Prêmio Shell como melhor ator), um professor marxista que goza da liberdade acadêmica na Universidade de Cambridge, e Jan (Thiago Fragoso), um estudante tcheco do qual Max é mentor por um breve período. Em meio a isso existem paixões, doenças, repressão e, é claro, muita música.

Com um elenco de peso e direção de Felipe Vidal e Tato Consorti, Rock’N’Roll teve casa cheia durante sua temporada no Rio de Janeiro e já está fazendo o mesmo por aqui.

 

Serviço:

Teatro Paulo Autran – SESC Pinheiros (950 lugares)

Rua Paes Leme, 195 tel. 3095-9400

Sextas e Sábados às 21h; Domingos às 18h.

Ingressos: R$20,00 (inteira), R$10,00 (usuário matriculado, a partir de 60 anos e estudantes com carteirinha) e R$5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

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Aos 27…

15 Outubro, 2009 · 1 Comentário

Por Leonardo Blecher

Se você é um Rock Star e está prestes a completar 27 anos de vida, siga as seguintes instruções: escreva um livro, plante uma árvore e viaje o mundo. É claro que, se você é realmente um rock ‘n roller, você já entendeu a mensagem, mas para aqueles que não conhecem o maior mito desse fantástico gênero musical, eu explico. Acontece que 27 é a idade maldita para os astros do Rock, muitos deles morreram no ano de seu vigésimo sétimo aniversário.

Brian Jones (Rolling Stones), Jim Morrison (The Doors), Janis Joplin, Jimi Hendrix e Kurt Cobain (Nirvana) são os mais notáveis representantes dessa mórbida lista. Todos eles eram ícones de suas gerações e eternizaram seus nomes na história da música contemporânea.

No entanto, se você faz parte de alguma banda como Fresno ou NxZero, fique tranqüilo, você provavelmente morrerá aos 64 anos sendo dono de uma churrascaria no interior do Paraná — e ninguém se lembrará de sua banda. Morrer aos 27 é para os melhores.

Hendrix morreu de overdose

Hendrix morreu de overdose

Categorias: Música

Entrevista – Jennifer Lo-Fi

14 Outubro, 2009 · 3 Comentários

por Raul Galhardi

Jennifer Lo-Fi

Jennifer Lo-Fi: sonoridade não convencional e shows online. Eis a definição mais próxima desta banda.

Filho da internet como muitos de sua geração, o grupo se utiliza dos recursos da rede, como o Twitter, Last FM e Myspace, para se promover e distribuir suas músicas. Fruto de uma mistura de gêneros musicais, como o rock experimental e o post-rock , disto resulta seu som único e empolgante, que pode ser conferido nos vários shows em sua agenda.

Entretanto não é apenas no seu estilo inusitado e nos sites de relacionamento que a banda se apóia. Ela aposta também em uma prática ainda pouco utilizada pelos artistas: shows de graça na internet.

Todas as terças-feiras, às 20:00 horas, o grupo se reúne para tocar e interagir com seu público através do site Myspace. Até agora a experiência tem dado certo e é assim que pretendem continuar, afirma um dos guitarristas, Felipe Miu, na entrevista abaixo.

Coincidentemente ou não, vive-se no país uma onda de diferentes estilos musicais. Bandas instrumentais, post-rock, experimentais, shoegaze, parecem agora explodir em vários cantos, desde os gaúchos do “Pata de Elefante“, passando pelos matogrossenses do “Macaco Bong” até o grupo “Perdeu a Língua“, de Sergipe. O crescente interesse por estes gêneros contribui para o surgimento de festivais como o “Sinewave Festival“, evento realizado em São Paulo que leva o nome do selo responsável por difundir estas novas tendências pelo Brasil.

Confira a entrevista realizada com Felipe Miu, guitarrista do Jennifer Lo-Fi:

Já se sabe as influências estrangeiras da banda (Cat Power, The Mars Volta, Belle & Sebastian, Sigur Ros e Sonic Youth), mas existe alguma banda brasileira que tenha inspirado vocês? Com qual(is) banda(s) daqui gostariam de tocar num festival?

Olha, nós admiramos várias bandas da cena brasileira, mas a influência mesmo é bem sutil. Algumas bandas que a gente admira daqui são ”Rancore” e “Mombojó“. Curtimos também umas coisas mais distantes do nosso som que acabam influenciando a banda de leve, como Hermeto Pascoal e Milton Nascimento.

Sobre quais bandas daqui a gente gostaria de tocar junto num festival… sei lá, tem muita coisa foda pra ouvir por aí, muita. Escutei uma vez uma banda chamada “Yavé” (ou algo assim) de Pernambuco e os caras tocavam muito, mas não existe divulgação nem apoio de nenhum lado. É complicado. Tem muita banda boa pelo Brasil inteiro, mas não contam com apoio de ninguém e aí fica difícil.

O Jennifer Lo-Fi aposta na internet como uma nova maneira de se chegar ao público. No entanto não é pacífico entre os artistas esta utilização da rede como meio de divulgação de músicas. A cantora Lily Allen, recentemente, fez declarações contra a FAC (Featured Artists Coalition), da qual fazem parte bandas como Radiohead, Annie Lennox e Robbie Williams que defendem o download como “uma importante forma de promoção e marketing dos artistas.”

Na opinião da banda, ainda é possível fazer sucesso à ”moda antiga”, desprezando a internet? Bandas novas conseguem viver de shows e publicidade apenas, já que o mercado de CDs encontra-se em decadência?

Acho que é bem difícil fazer sucesso à ”moda antiga”. A internet se tornou um meio de comunicação essencial pra qualquer tipo de arte. Justamente pela sua pergunta se referir a “bandas novas” é praticamente obrigatório o uso da internet como meio de divulgação, dentre outras coisas.

Qual tem sido a resposta dos internautas aos seus shows na web, realizados todas as terças-feiras no Myspace? Pretendem continuar com esta prática?

A resposta tem sido ótima. Além de ser um meio que propõe ao fã ou curioso uma intimidade maior com a banda, os “webshows” acabaram se tornando um “diferencial”, algo que destaca a banda entre tantas outras que estão por aí. E sim, pretendemos continuar :) .

A mistura de estilos torna o som de vocês bastante difícil de ser definido. Isso atrapalha na relação da banda com seus ouvintes ou, pelo contrário, atrai pela diferença? Vocês mudariam sua sonoridade para estourar na grande mídia, de forma a ficar mais ”palatável” para o público em geral?

Olha, no começo a gente meio que esperava que isso ia darJennifer Lo-Fi problema. Pensamos que o pessoal não ia receber bem a mistura de estilos no som, mas acabou ocorrendo o contrário. O som diferente se tornou um atrativo e é ótimo ver isso acontecendo: a gente tocando o que gosta, com o coração, e as pessoas aceitando, curtindo e compreendendo a proposta.

E não, não mudaríamos a sonoridade com o propósito de estourar na grande mídia, sem chance! (rs). Quando começamos a tocar juntos nós já percebemos que o que tínhamos era algo singular e que a evolução do som ia seguir mais ou menos nessa direção que está seguindo agora. Sinto que a cada dia as pessoas estão abrindo mais a cabeça, expandindo os horizontes, e aí com o tempo acabam compreendendo sons (ou arte em geral) que antes não compreenderiam ou desprezariam.

Neste um ano e meio de existência da banda, qual foi a melhor experiência de vocês no palco? Existiu algum show marcante?

Todos os shows são marcantes. O show no Kabul (festa “Ego Tripping“) foi ótimo, curtimos pra caramba a energia do lugar e do público. Pra cada integrante da banda acho que existem shows mais ou menos marcantes, é claro…

Uma lembrança boa que eu tenho de shows é quando, olhando pra platéia, você vê gente de olhos fechados vibrando com o som. Isso passa uma sensação muito boa. Fico bem feliz também quando um show acaba e alguém desconhecido vem dizer que curtiu o show, o som e tal. É uma sensação única.

Recomendo os shows no “Inferno Club“. Nós tocamos lá com uma certa constância e o lugar é ótimo. Os shows lá são sempre fodas (pelo menos pra gente). Nós nos sentimos mais confiantes quando tocamos ali por ser um lugar conhecido e, consequentemente, ficamos mais relaxados, o que acaba fazendo o show ser mais legal. Mas também não tô dizendo que outros shows não são legais (rs).

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Onda punk invade São Paulo

11 Outubro, 2009 · Deixe um comentário

Por Maurício Souza

Segundo a banda The Exploited, o punk rock não morreu. E seguindo essa premissa, o grupo desembarca em São Paulo na primeira quinzena de novembro, fechando com chave de ouro uma série de shows que marcaram o retorno de grandes músicos do estilo ao Brasil.

Sham 69

Sham 69

Entre moicanos e suspensórios, os ingleses do Sham 69 se apresentaram em setembro último na capital paulista. Criada em 1975, a banda se destaca por ser uma das precursoras do movimento Oi!, também conhecido (à época) como street punk.

G.B.H

G.B.H

Contando com a agressividade que consagrou o grupo na década de 70, o G.B.H retornou ao Brasil após cinco anos no dia 9 deste mês. Com três integrantes da formação original, a banda, fundada em 1978, tinha no repertório músicas do começo da carreira (como Sick Boy e Time Bomb) e canções de discos recentes. O quarteto fechou a noite com White Riot, clássico do cultuado The Clash.

Revivendo o auge do movimento punk em terras tupiniquins e comemorando trinta anos de existência, o Cólera subiu aos palcos no início deste mês e mostrou o mesmo som carregado com o qual protestava contra a violência na década de 80.

Cólera

Cólera

Ainda nesta época, foi lançada uma coletânea que reuniu o que de melhor havia no cenário nacional. Tal disco –chamado Ataque Sonoro- contava com a presença do grupo Grinders, que recentemente abriu o show do G.B.H.

Para informações, datas de turnê e músicas:

Sham 69

G.B.H

The Exploited

Cólera

Categorias: Música

20 anos da morte do maluco beleza

8 Outubro, 2009 · 1 Comentário

Por Jeferson Stader

                Vinte anos após ter sido encontrado morto, Raul Seixas desperta cada vez mais o interesse da nova geração, que até mesmo participaram de uma passeata organizada pelo fã-clube oficial em São Paulo para homenagear o artista no dia de sua morte, 21 de agosto. O documentário “Raul Seixas, o Início, o Fim e o Meio”, dirigido por Walter Carvalho e Evaldo Mocarzel, previsto para estrear no cinema no início de 2010; o relançamento de um álbum incluindo a música inédita “Gospel”, censurada durante a ditadura militar e a reedição do documentário “Raul Seixas também é documento” produzido por Marco Mazzola estão entre as novidades das duas décadas sem o cantor.

             21600330_4   A música “Gospel”, escrita conjuntamente com Paulo Coelho, foi gravada sem muitos recursos técnicos em 1974, pois ainda precisava ser aprovada pela censura. Os inúmeros questionamentos expressos na música em uma época em que não se podia perguntar muita coisa impediu que a música fosse aprovada pelo Dops (Departamento de Ordem Política e Social). A canção, feita para trilha sonora da novela “O Rebu”, foi ao ar com a letra completamente modificada. Motivado pelos vinte anos sem Raul Seixas Marco Mazzola aproveitou os recursos tecnológicos disponíveis hoje em dia e separou a letra da música original – de um ensaio gravado em fita k7, para unir aos arranjos do músico Frejat do Barão Vermelho. O álbum foi lançado no aniversário da morte do artista.

                                Na Virada Cultural 2009 (evento da prefeitura que reúne bandas e manifestações artísticas) o rockeiro foi homenageado em um festival de 24 horas. A banda Os Panteras – primeiro grupo a acompanhar Raul no início de sua carreira, foi a responsável por abrir os shows.

                O Raul Rock Club tem ajudado a manter viva a história do ícone do rock brasileiro. Sylvio Passos, fundador e presidente do fã-clube, disponibilizou materiais raros e de grande importância para imprensa, além de organizar passeatas em homenagem ao cantor. Passos, além de fã, também foi amigo de Raul e sua família. Porém recentemente fechou o fã-clube alegando estar muito ocupado com seus trabalhos em vídeos e revistas.

                O fim do Raul Rock Club não significa o fim do histórico de Raul Seixas, pois Passos tem colaborado com o documentário “Raul Seixas, o Início, o Fim e o Meio”, além da história que ajudou a preservar.

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AC/DC tem ingressos esgotados em menos de dois dias

3 Outubro, 2009 · 1 Comentário

Os integrantes do AC/DC Brian Johnson e Angus Young durante show da banda em Illinois (EUA)

Os integrantes do AC/DC Brian Johnson e Angus Young durante show da banda em Illinois (EUA)

Danielle Zampollo

No segundo dia das vendas, iniciadas as 0h desta quinta feira (1/10/2009), os ingressos para o show do AC/DC em Sao Paulo no dia 27 de novembro já estavam praticamente esgotados.

Segundo a produtora Time For Fun, responsável pelo evento, todas as entradas que haviam sido destinadas para `a venda ao público já acabaram. Agora, a produção está negociando com a banda e  com os patrocinadores para diminuir as cotas a que cada um tem direito. Como a conversa é individualmente com cada patrocinador, os convites serão disponibilizados para venda à medida que forem sendo liberados pelas empresas.

 A organização do show pede que o publico insista até conseguir realizar a compra, pois mais lugares podem ser colocados à venda a qualquer momento.

No total, o show do AC/DC comportará 65 mil pessoas. A capacidade é menor do que os 70 mil das apresentações de Madonna no Morumbi no ano passado, mas é até agora a maior de 2009 para eventos musicais no esta’io, ultrapassando o Jonas Brothers, que vendeu 45 mil dos 50 mil lugares disponíveis.

Os autralianos do AC/DC fazem uma apresentação única no dia 27 de novembro no Estádio do Morumbi. Os ingressos custam entre R$ 150 e R$300.

Serviço:

AC/DC – Black Ice World Tour

Onde: Estádio do Morumbi – Praca Roberto Gomes Pedrosa, n 1 – Sao Paulo

Quando: 27 de Novembro

Ingressos: entre R$150 e R$300, à venda pelo www.ticketmaster.com.br, (11)2846-6000 e Bilheteria do Credicard Hall

Site Oficial: www.showacdc.com.br

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A trilha de Sandra Werneck

22 Setembro, 2009 · 2 Comentários

Por Roni Fagundes

Nos dias 18, 19 e 20 de setembro, Nando Reis e Giana Viscardi participaram do Projeto Trilhando, no SESC Pompeia.

No show, os músicos tocaram os maiores sucessos que influenciaram a cineasta Sandra Werneck na criação de seus filmes. As músicas foram escolhidas por ela. A direção musical ficou por conta de Romulo Fróes.

Num palco moderno, acompanhados de banda, com um telão ao fundo, Nando Reis e Giana Viscardi arrasaram em músicas como “O tempo não pára”, de Cazuza.

O SESC oferece excelentes opções de música e entretenimento. Vale a pena acompanhar a programação.

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