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O Principezinho invade a Oca

12 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Paula Lion

No Brasil, ou em qualquer parte do mundo, é difícil encontrar uma pessoa que nunca sequer tenha ouvido falar do livro O pequeno Príncipe. Escrito e Ilustrado pelo aviador e escritor Antonie Jean Baptiste Marie Roger de Saint-Exupéry. O livro que a princípio parece infantil, na verdade representa um convite à reflexão para que as pessoas se humanizem, se cativem e se percebam.  

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Ilustração do Livro por Saint-Exupéry

Este ano, como parte da comemoração do ano da França, a obra que está completando 60 anos em sua edição francesa é tema da mega exposição que ficará na Oca até janeiro.

    A exposição contou com a montagem de Daniela Thomas e Felipe Tassara, que transformaram a Oca no Planeta do Pequeno Príncipe e retrataram de forma fiel aos desenhos de Saint-Exupéry o cenário do que seria o universo encontrado por ele no deserto do Saara. Instalações diversas exibem de forma interativa materiais raros, como desenhos pouco conhecidos do autor e e projeções de filmagens em que ele participou.

pp2Foi criado também um projeto especial, chamado de Passaporte do Cidadão Global, que tem a proposta de formar um perfil de um cidadão global a partir de mensagens e recados escritos em estrelas por crianças e plantados na Árvore das Estrelas. Esses princípios serão compilados e entregues ao Comitê Internacional. Por fim, o comitê validará os conceitos das crianças e fará a entrega anual do Passaporte a um cidadão do mundo que será destacado como  embaixador das crianças junto ao mundo adulto para a preservação dos valores vigentes no planeta futuro.

Mais do que entretenimento, essa jornada dentro do mundo do Principezinho  é uma lição de vida para pais e filhos, adultos e crianças.

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Quando:  De terça a sexta-feira, das 9h às 19h
Finais de semana e feriados, das 10 às 20h
(fechamento da bilheteria com uma hora de antecedência)
Fechado às segundas-feiras 

Onde: Parque do Ibirapuera
Pavilhão Lucas Nogueira Garcez – OCA
Av. Pedro Alvarez Cabral, s/n° – Portão 03 – São Paulo – SP

 Quanto: R$ 18,00 (inteira) e R$ 9,00 (estudantes e professores com identificação
da instituição)
Entrada Franca para menores de 3 anos, maiores de 60 anos, público
especial e grupos de escolas publicas agendados.

O Pequeno Príncipe convida a todos a visitarem gratuitamente à exposição sempre às terças-feiras.

Mais informações: (11) 3034-6424

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Apagão: à pilha e à vela

11 Novembro, 2009 · 1 Comentário

Por Álvara Bianca e Letícia Magalhães

     Ontem à noite em meio ao apagão que atingiu 18 estados brasileiros, foi por meio do rádio que parte da população pode obter algumas informações sobre o que estava ocorrendo na cidade.
      Tendo as emissoras funcionando através de geradores e contou com a participação dos ouvintes para levar as informações para todos. De onde estavam ligavam para as rádios e falavam sobre o que estavam vendo, que não tinha luz em tal bairro, que estava trânsito. Inclusive pedidos de que fossem levado diesel para abastecer alguns geradores que já estavam com a sua capacidade no fim.
      Foram por várias horasforam levadas pelas ondas do rádio as informações sobre o apagão. Rádios como a Jovem Pan, que contou com a participação ao vivo do governador José Serra dando uma entrevista.
       Teve também cobertura por parte da CBN, Rádio Bandeirantes, Sulamerica Trânsito e Eldorado, que teve a prticipação do prefeito Gilberto Kassab.
      Com isso mostrou que o jornalismo é feito também com a participação dos cidadãos, dos ouvintes que estão em toda parte atentos e que estão dispostos a cooperar à serviço da informação. E que também todas essas tecnologias dependem da energia elétrica para funcionar. E que nada como o velho e bom radinho à pilhas. Que nessa hora foi muito útil assim como as velas.

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Avenida Paulista às escuras durante o apagão (Foto: Antonio Roberto Vilela Jr/VC no G1)

Jornalismo Cidadão (citizen journalism)

      Apesar de o apagão ter pego a população de surpresa, o jornalismo cidadão foi um dos poucos desde o início do problema que se mostrou presente. As pessoas contribuíram ao vivo com informações sobre o que estava acontecendo em seu bairro e sua cidade e após o período muito mais ao enviarem seus relatos ao mundo.

      O interesse neste caso foi que o interesse muito além do “What are you doing?” e se tornou uma ponte de comunicação e denúncia sobre o blecaute.

   Diversos sites abriram espaço para que fossem divulgados os depoimentos dos internautas.

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Vista da avenida Paulista, em São Paulo, durante o apagão. Foto enviada por internauta.

Veja alguns relatos encaminhados ao site de notícias Folha Online:

“Sou engenheiro e moro na cidade de Santos, durmo sempre por volta da meia noite. Ontem [terça-feira (10)], excepcionalmente, fui deitar as 21h40, liguei o ar condicionado, peguei meu ededron e dormi. Lá pelas 23h acordei todo molhado de suor, levantei no escuro para beber uma água e quando sai do quarto estava tudo escuro, ao me encaminhar para cozinha tomei um susto ao ver minha mulher e minhas filhas na sala e uma quantidade enorme de velas acesa. Tomei o maior susto, ainda meio tonto de sono pensei: morri, esse deve ser o meu velório, levou alguns segundos para ficha cair. Me inteirei dos fatos pela rádio Bandeirantes, devido ao calor só consegui voltar a dormis às 4h quando a energia voltou e pude religar o ar condicionado.” Wanderley Fernandes Lopes, Santos-SP

 

“Durante o apagão, toda a região de Taboão da Serra [Grande SP] ficou às escuras e somente consegui informações sobre o que ocorria através do rádio. Ao contrário do que foi afirmado pela TIM, meu celular não recebia ou fazia chamadas durante todo o período do apagão, aparecendo sempre a mensagem de ‘rede ocupada’.” Francis Hamzagic, Taboão da Serra-SP

 

“Estudo na FMU, campus da Liberdade, próximo ao metro São Joaquim, e ontem durante o blackout a avenida ficou muito tumultuada, pois há outras faculdades e cursinhos próximos, grande maioria dos alunos que foram dispensados das aulas e se direcionaram para a avenida Liberdade para tomarem um meio de transporte. Houve empura-empura no metrô. Infelizmente, muitos trombadinhas aproveitaram a ‘oportunidade’ para roubarem bolsas, celulares, etc. Foi um caos!”. Raquel Machado, São Paulo-SP

“Fomos dispensados da faculdade que fica na Av. Paulista por conta do blackout. A princípio não tínhamos a dimensão do problema. Pior do que a escuridão foram os momentos de tensão que passamos. A incerteza de como chegar em casa e presenciar um assalto na própria av. Paulista. Alguns se aproveitaram da escuridão e vimos uma pessoa ser assaltada. Na Consolação era impossível pegar um ônibus. Quando conseguimos, as pessoas começaram a ficar alteradas, não querendo que o ônibus parasse nos pontos. Já na Radial Leste, a tensão piorou. As pessoas invadiram uma das pistas e alguns rapazes paravam na frente dos carros gritando por carona. Vi um carro ser balançado com força por uns 5 rapazes e os dois ocupantes aterrorizados. Decidimos mudar de ponto de ônibus. Minha viagem, que normalmente é de metrô e demora 50 minutos pra chegar em casa (zona leste) ficou em 4 horas, com 3 ônibus e uma carona de carro. Muita tensão.
Adriana Simon, São Paulo-SP

   O R7 também se mostrou parceiro com o jornalista cidadão.

Gecilda Vieira disse: Moro numa pequena cidade do interior, no sertão de Pernambuco, chamada Santa Cruz,e ao contrário dos outros estados que se surpreenderam com o apagão ocorrido na noite de ontem. Nós estamos com esse problema já faz mais de quinze dias que estamos sofrendo com faltas de energia elétrica e muitas quedas de eletricidade, que estão ocorrendo em nosso municipio. Muitas pessoas foram prejudicadas , tiveram aparelhos eletrodomésticos , computadores queimados. E já foram feitas várias reclamações , mas ninguém toma providência. Desculpe, não quero ser irônica, mas enquanto o apagão de virou destaque em todos os jornais do mundo, nas cidades do interior de Pernambuco já virou uma vergonha e quem sofre com os prejuízos, nós, simplesmente nós.

João disse:  Aqui em SP é sempre igual. Às vezes acaba a luz, minha avó algumas vezes precisa usar o inalador elétrico por causa da sua asma e bronquite; tentamos ligar para a Eletropaulo, tentamos e tentamos… Tentamos… Tentamos… Tentamos… Tentamos… Tentamos… Tentamos… Finalmente conseguimos depois de 2 horas aproximadamente. Aí a atendente pergunta: – Acabou a luz na via pública ou apenas na residência? Respondemos: Acabou tanto na via pública, como na residência. A atendente responde: Então vc. precisa ligar para a AES Eletropaulo, vou te passar o número… 0800-7220156 Logo depois tentamos ligar para a AES. Tentamos… Tentamos… Tentamos… E assim por diante. Após as 2 horas, finalmente conseguimos. Pensamos: Agora vamos resolver o problema. A atendente pergunta: Posso te ajudar? Respondemos: Gostaria de comunicar a falta de luz na via pública e na minha residência. Ela responde: Então vc. tem que ligar na Eletropaulo… Telefone 0800-7272196 Incrível! É sempre assim…

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Apagão causa transferencias de pacientes em hospital públicos

11 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

      Por Rachel Praça

O apagão que ocorreu na terça-feira de ontem (10) aproximadamente as 22h em 18 estados do Brasil e no Paraguai promoveu além de trânsito intenso, tentativa de arrastões e assaltos, a tranferência de pacientes internados em hospital públicos que em razão da ausência de geradores foi providenciada a mudança urgente de localidade hospitalar  pois muitos pacientes que apresentavam um diagnostico grave e de cuidados especiais dependiam do funcionamento de aparelhos para manter- se longe de riscos de morte fuminante.

O  problema elétrico que após inumeras investigações e analíses sobre o caso, recebeu a conclusão enunciada pelo Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que o problema foi consequência de raios, ventos e chuvas na região de Itaberá na cidade paulista. De acordo com seu depoimento na manha desta quarta-feira (11), Lobão destacou que descargas atmosféricas proporcionaram um curto circuito entre três circuitos que transmitem energia entre a região de Itaipu onde se localiza a principal usina hidroeletrica do país e a de Itaberá, a partir daí, a quebra do circuito proliferou-se as diversas estados brasileiros.

Entre a  virada da madrugada de terça-feira para quarta-feira foram registradas 3 mortes nas instalações de saúde publicas da cidade do Rio de Janeiro, tais como: Adão Pereira Nunes, Pedro II e Rocha Faria. Embora, os falecimentos podem ter relação com o apagão, a Sesdec ( Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil ) relatou que os setes hospitais possuiam geradores que logo após a falha eletrica foram acionados sem causar qualquer prejuizo aos pacientes internados.

Ainda com uma forte opinião de esconder um problema adiministrativo em um situação ocorrida como esta, a Secretaria defendeu a ideía de que os obitôs ali ocorridos foram frutos de pacientes que encontravam-se em estado final de sobrevivência e que a idade avançada de ambos os pacientes foi um importante dado que intensificava a confirmação das mortes.

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Apagão repercute além da mídia nacional

11 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Fernanda Morelli, Laura Canavezi e Camila Alvarez

O apagão, que atingiu vários estados no Brasil, teve destaque nas páginas de diferentes veículos de comunicação não somente no campo nacional, mas também em mídias internacionais.

Mas não foi somente o apagão que teve destaque nas páginas dos jornais de outros países. A rainha do pop Madonna, que está no Rio de Janeiro por motivos sociais, também foi vítima do apagão. Porém, por estar hospedada no hotel Fasano que dispõe de potentes geradores, não sofreu muito as conseqüências.

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Madonna no hotel Fasano, Rio de Janeiro

 Madona estava jantando com empresários em uma área reservada do restaurante do hotel, Fasano Al Maré, no momento em que faltou energia em 18 estados do país. O empresário e jornalista Bruno Chateaubriand também estava no local e postou no Twitter que Madonna não se incomodou muito com o ocorrido e agiu de forma tranqüila. Mesmo com problemas no gerador, o problema foi rapidamente resolvido e não causou maiores transtornos.

Após o imprevisto e o jantar a luz de velas, a diva convidou os empresários para se reunirem em um quarto do hotel, para uma apresentação de seu projeto. A intenção era convencê-los a apoiar a ONG Spirituality/Success for Kids.

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O “Brazilian Blackout” visto de longe.

11 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Luciana Fadon

O apagão brasileiro não passou despercebido pela mídia internacional. Nem deveria. “El apagón”, como foi chamado pelo argentino Clarín, afetou, além de 18 estados e 800 cidades brasileiras, o Uruguai e o Paraguai.

Se a cobertura nacional foi confusa, a internacional também não esteve muito longe de cometer erros. Segundo o site da CNN, a energia produzida por Itaipu era suficiente para “iluminar o estado de São Paulo e seus 20 milhões de residentes” e que apenas 6 estados haviam sido afetados. Já segundo o Le Monde, mais de 50 milhões de pessoas foram afetadas no país.

Enquanto a Al Jazeera deu enfoque às reações do governo Lula, o The Huffington Post  foi o único a citar a questão do apagão e relaciona-la com as Olimpíadas. “Isso não deveria acontecer numa cidade que vai sediar os Jogos Olímpicos” falou um carioca entrevistado, não havendo mais nenhuma análise aprofundada sobre o assunto.

O destaque ficou por conta da cobertura da Reuters, que além de abordar a notícia em suas facetas mais óbvias, também fez uma análise dos impactos econômicos ligados ao apagão e levantou questões sobre a infra-estrutura brasileira. Além disso, a agência de notícias produziu um vídeo (ver acima) com imagens da escuridão em diversas regiões do país.

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O antigo e o novo apagão

11 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Bruna Innamorato.

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Foto tirada de satélite: apagão 2009

    Muitos brasileiros têm se perguntado se existe alguma relação entre o apagão de 1999 e o de ontem, terça-feira (10). A causa do blecaute passado se deu devido a um raio na torre de distribuição em Bauru (SP) e os motivos que levaram a boa parte do Brasil a dormir no escuro ontem ainda não foram confirmados, mas acredita-se que tenha sido o forte vento e chuva que afetaram as linhas de transmissão que recebem energia da hidrelétrica de Itaipu.
      Se o problema foi mesmo causado por problemas meteorológicos, não há como prever um futuro incidente, mas há quem pense que o acontecido foi reflexo de um problema na gestão do sistema elétrico do Brasil. A usina nuclear de Angra I ainda permanece desligada e não há previsão para voltar a operar.
      A Sabesp divulgou que o abastecimento de água na Grande São Paulo só será normalizado na próxima quinta-feira.
De acordo com os dados da empresa, no fim desta tarde ainda haviam 2 milhões de pessoa prejudicadas. Com a falta de energia, as estações de tratamento pararam de funcionar, daí o transtorno para o abastecimento das residências. Os bairros mais afetados são: Parelheiros, Jardim Ângela e Jardim São Luiz, na zona sul, Casa Verde e Vila Brasilândia, na zona norte e Consolação na região central.

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Blackout desencadeia falta de água em São Paulo

11 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

TORNEIRA

Parte de São Paulo fica sem água

A falha ocorrida ontem na transmissão da energia da Usina de Itaipu não afetou somente a noite do paulistano, mas também trará problemas para o resto da semana. Com a falta de energia, as estações elevatórias e de tratamento de água da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) deixaram de funcionar a partir das 22h13 de ontem até as 4h da madrugada.. O incidente deixou cerca de 6,7 milhões de habitantes da cidade de São Paulo sem água durante a noite e aproximadamente 3 milhões de pessoas ainda estavam sem água nesta tarde de quarta-feira.

A recuperação total do sistema só aconteceu quando a luz retornou totalmente, mas mesmo assim alguns pontos mais críticos podem sofrer com a falta de água até a madrugada de quinta-feira.

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Apagão adia jogo da segunda divisão

11 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

por Guilherme Franco , Pedro Mariani e Fernanda Burzaca

São Caetano acumula cinco jogos sem vitória

O acidente ocorrido ontem na usina de Itaipu e deixou pelo menos 18 estados brasileiros e o Paraguai sem luz, também foi o motivo do adiamento de um jogo da segunda divisão realizado terça-feira em Taguatinga (DF) entre Brasiliense e São Caetano. A partida que teria início às 21h50min foi adiada por 1h40min até que o árbitro decidiu adiar a partida para quarta-feira às 16h30min.
A partida realizada hoje na Boca do Jacaré e foi marcada por três pênaltis, dois a favor do time da casa e um contra. Nem todos foram aproveitados, o lateral Julio César logo no começo do jogo acertou a trave. Contudo no segundo tempo soube aproveitar a oportunidade e não perdeu o pênalti.
O jogo terminou em dois a dois, e com o empate o clube de Brasília subiu três posições na tabela saindo da zona de rebaixamento. Já o São Caetano, sem muitas pretensões na série B, continua no meio da tabela em décimo lugar com 47 pontos.
Na próxima rodada, o Brasiliense enfrenta o rebaixado ABC neste sábado, em Natal. No mesmo dia, o São Caetano recebe o ameaçado Juventude.

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Propagando

10 Novembro, 2009 · 1 Comentário

Por Juliane Freitas

Faltam apenas aproximadamente dois meses para o final do ano. Um novo ano eleitoral se aproxima e embora as campanhas eleitorais não tenham começado oficialmente, não se esperam muitas surpresas.

Enquanto os futuros adversários para 2010 trocam farpas e esperamos, sem muita curiosidade, o lançamento oficial das candidaturas à presidência, que tal lembrarmos as propagandas partidárias que fizeram história?

A propaganda eleitoral é um dos elementos crucias para a eleição de um candidato. Hitler percebera isso e com ela conseguiu disseminar o nazismo na Alemanha:

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Um povo, um reino, um mestre: um dos slogans que enalteciam Adolf Hitler.

Quem conhece a história política brasileira certamente se lembra de ter visto algo sobre o jingle de Jânio Quadros. A ideia central da campanha de Jânio era varrer a corrupção do país e seu símbolo era, obviamente, uma vassoura. A propaganda deu certo, o  governo não – Jânio Quadros teve o mandato mais curto da história brasileira, renunciando apenas 7 meses depois da posse.

Clique para ouvir o jingle.

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Slogan da campanha: "Yes we can".

Quase 50 anos depois, o mundo deparou-se com uma forma totalmente nova de propaganda política: através de um site de relacionamentos inovador que propagou fortemente suas ideias na web, o então candidato à presidência dos EUA, Barack Obama revolucionaria a política americana, vencendo com apoio imenso dos eleitores e tornando-se o primeiro presidente negro e de origens muçulmanas do páis. Até hoje Obama posta diariamente no Twitter.

Mas é claro que nem toda campanha dá certo. Será que veremos novamente no próximo ano as campanhas de Levi Fidelix e seu Aerotrem, Eymael (o democrata cristão) ou Paulo Maluf?

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As meninas sobem ao palco

6 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

por Valéria Mendonça

as meninas          Lorena Vaz Leme(Clarissa Rockenbach) é sonhadora e romântica, Lia de Melo Schultz(Silvia Lourenço) é guerrilheira e idealista e Ana Clara Conceição(Luciana Brites) é uma modelo junkie. Rebeldes cada uma a sua maneira, As Meninas, premiado romance da escritora Lygia Fagundes Telles, saem do livro, escrito em 1973, e sobem ao palco do Teatro Eva Herz. Adaptado pela dramaturga Maria Adelaide Amaral e dirigido por Yara Novaes, a peça foca nas paixões e angústias dessas três garotas que vivem em um pensionato de freiras no período da Ditadura Militar brasileira.
 
De 31/10 a 13/12 - Sáb e Dom
Horário: sáb, às 21h e dom, às 18h
Preço: R$40,00(inteira) e R$20,00 (meia)

Teatro Eva Herz
Avenida Paulista – 2.073
Consolação
Fone: 3170.4059

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