aPUCultura

Entradas categorizadas em ‘Uncategorized’

As meninas sobem ao palco

6 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

por Valéria Mendonça

as meninas          Lorena Vaz Leme(Clarissa Rockenbach) é sonhadora e romântica, Lia de Melo Schultz(Silvia Lourenço) é guerrilheira e idealista e Ana Clara Conceição(Luciana Brites) é uma modelo junkie. Rebeldes cada uma a sua maneira, As Meninas, premiado romance da escritora Lygia Fagundes Telles, saem do livro, escrito em 1973, e sobem ao palco do Teatro Eva Herz. Adaptado pela dramaturga Maria Adelaide Amaral e dirigido por Yara Novaes, a peça foca nas paixões e angústias dessas três garotas que vivem em um pensionato de freiras no período da Ditadura Militar brasileira.
 
De 31/10 a 13/12 - Sáb e Dom
Horário: sáb, às 21h e dom, às 18h
Preço: R$40,00(inteira) e R$20,00 (meia)

Teatro Eva Herz
Avenida Paulista – 2.073
Consolação
Fone: 3170.4059

Categorias: Lazer · Literatura/Livros · Noite · TV/Teatro · Uncategorized

Para riscar o passado

5 Novembro, 2009 · 1 Comentário

Por Mayra Siqueira

nene-monaco

Nenê, no Monaco da França

Os palmeirenses lembram-se vivamente do rebaixamento à segunda divisão, que “manchou” a história do time. Não há torcedor verdadeiro do Verdão que não tenha aquele sentimento de tristeza à lembrança da ocasião, e que não queira apagar de vez essa mácula na integridade do Palestra Itália.

Mas o sentimento não é apenas compartilhado pelos torcedores do Palmeiras. Atual artilheiro do Campeonato Fancês, o brasileiro Nenê do Monaco acabou se tornando em seu retorno ao clube europeu um dos principais jogadores da equipe. O meia-atacante admite que “não esperava isso”. “Minha função é dar o passe para o gol”, afirmou o jogador.

Mas nem tudo em sua carreira foram flores. O jogador ganhou destaque no Palmeiras do rebaixamento em 2002, e no Santos vice-campeão da Copa Libertadores de 2003, tendo perdido para o Boca Juniors na final. Depois de se transferir para a Europa alternou passagem pelo Monaco, sob o comando de Ricardo Gomes, com clubes espanhóis, até que voltou para a França, onde vive, segundo ele, a melhor fase de sua carreira.

Em entrevista concedida à Trivela após a partida, o jogador falou sobre sua atual fase, a esperança de voltar a ser convocado para a Seleção Brasileira, e do desejo de retornar ao Brasil para defender Santos ou Palmeiras outra vez.

Confira um trecho da conversa:

Esperava ser artilheiro, já que nunca foi jogador de fazer muitos gols?

Realmente eu não esperava isso. Sou meia, minha função é dar o passe para o gol, para o atacante. Mas minhas finalizações, minhas cobranças de falta têm sido muito boas. Estou aproveitando as chances que tenho, mas é mesmo uma surpresa ser artilheiro. No último jogo (3 a 1 contra o Boulougne fora de casa), marquei dois gols quase iguais de falta, muito bonitos. Não lembro da última vez que alguém marcou duas vezes de falta em um jogo. Foi ótimo, ajudei o time a ganhar, já que perdíamos.

Qual a torcida mais apaixonada que você já viu, dentre os clubes que defendeu?

As do Brasil são as mais apaixonadas, com certeza, o Palmeiras e o Santos. As espanholas também cantam bastante e incentivam.

Você já teve oportunidade de atuar no Brasil, na Espanha e na França. Qual a diferença entre as ligas?

Bem, a Espanha é bem parecida com o Brasil, mas é um estilo de futebol mais rápido, mais técnico; você tem que pensar muito rápido, senão complica, e perde a bola fácil. O francês é bem mais físico, truncado, mas é mais rápido que o brasileiro também, os caras correm o tempo todo. Se você pega a bola, já tem três em cima de você; é mais forte também, você não pode estar magro, senão os caras te derrubam (risos). O Brasil é pura técnica.

Como foi disputar a Libertadores pelo Santos, chegando até a final, e perdendo para o Boca Juniors?

Foi excelente. Quando o brasileiro começa a jogar, as etapas são buscar ser profissional, depois chegar a um clube grande, depois Libertadores e Europa. Ter participado da Libertadores foi a realização de um sonho. Fizemos uma excelente campanha, eu marquei gols importantes, mas, infelizmente, perdemos na final.

O que você acha que faltou para o time de Emerson Leão levar aquele título?

Quase nada. Perdemos chances de marcar na Argentina e levar o título lá. Tomamos gols que não poderíamos ter tomado e, no Brasil, eles vieram fechadíssimos. O treinador na época era o (Carlos) Bianchi, um excelente treinador. No fim, perdemos o título naquele jogo lá na Argentina. O grupo era excelente.

Você viveu um momento tenso e triste na história palmeirense, que foi o rebaixamento. Como foi fazer parte do time?

Foi realmente muito triste, mas tive momentos felizes. Com o Palmeiras eu tive meu primeiro impulso na carreira, consegui chegar à Seleção Brasileira. Não sei o que aconteceu, nada dava certo no time. Mas quem sabe um dia eu volto para o Brasil e jogo um ou dois anos, para riscar o rebaixamento da história do Palmeiras, e do meu coração. Foi um ano muito duro, aprendi muita coisa.

Qual era o clima na torcida e no elenco?

Não era um clima ruim. Até o último jogo, a torcida estava do nosso lado, até o jogo em que ainda tínhamos chance de escapar do rebaixamento. Mas, depois do rebaixamento, a torcida estava decepcionada, e com razão. Mas eles sempre nos apoiaram. Até hoje tenho carinho pelo torcedor palmeirense.

Leia a entrevista na íntegra clicando aqui.

Categorias: Uncategorized

Nossa música e o Tio Sam

5 Novembro, 2009 · 1 Comentário

por Valéria Mendonça

O documentário Beyond Ipanema – Ondas Brasileiras na Música Global, finalmente chegou á capital paulista para a 33ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo, e foi muito bem recebido.

Beyond-Ipanema

O curta aborda a visão americana sobre a música brasileira, e a influência que esta teve nos nossos vizinhos do norte. Com participações de peso, como Caetano Veloso, David Byrne, Gilberto Gil, Devendra Banhart, Tom Zé, Seu Jorge, Bebel Gilberto, entre outros, os diretores Guto Barra e Béco Dranoff conseguiram juntar diferentes músicos americanos e mostrar o processo de redescobrimento da música brasileira.

Com histórias peculiares, como a trajetória da banda setentista Os Mutantes, o curta foi bastante abrangente, embora, segundo Béco, ainda exista “material para pelo menos mais três documentários de mesmo porte, projeto que deixaremos para um futuro que, espero, será próximo.”. Quando indagado porque figuras relevantes da música brasileira, como Chico Buarque e Maria Bethânia, foram deixadas de fora, o co-produtor foi categórico “Chico e Bethânia fazem enorme sucesso na Europa, e esse documentário foi feito levando em consideração a influência da música brasileira apenas nos Estados Unidos, por isso eles, e mais tantos outros, não foram mencionados. É claro que se houver um projeto similar com foco na Europa eles serão os primeiros a serem chamados.” dando a entender que tal plano não está fora de questão.

A Tropicália in Furs, loja de vinis situada em Nova Iorque e citada inúmeras vezes durante o curta, fez uma venda importante que acabou indo parar nas filmagens. Joel Oliveira, dono da loja, desfez-se de seu vinil mais caro, uma raríssima gravação de 1966 feita pela banda O’Seis, primeira formação de Os Mutantes, que vale U$5.000,00, hoje aproximadamente R$9.000,00.

A participação de novas bandas no documentário é marcante, a internacionalmente famosa Cansei de Ser Sexy, conhecida como CSS, teve um hit ocupando a posição 63 na Billboard, publicação musical americana de maior prestígio, sendo essa a melhor colocação que uma banda brasileira já obteve no ranking. Antonio Paoliello, o Nico, baterista da banda Garotas Suecas afirma que “foi um privilégio participar do curta, acho legal o Guto (Barra) pegar uma galera mais nova e misturar com clássicos da nossa música, como Gil e Caetano. Eu cresci escutando esses caras, eles foram uma inspiração para tudo que o Garotas já fez.”.

Samba, Bossa Nova, Tropicália, Electrobossa e Funk são alguns dos gêneros musicais brasileiros contemplados pelo documentário, que fala também de uma escola pública americana, a Frederick Douglass Academy, onde o ensino do Samba faz parte do currículo musical.

Exibido no MoMA, Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, o curta teve ótima aceitação tanto pelo público brasileiro como pelo americano, que cada vez mais se surpreende ao descobrir a música brasileira.

Categorias: Uncategorized

Le Parkour: Pular muros virou esporte !

5 Novembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Amanda Arrivabene
Não estranhe se você começar a ver um povo pulando muros ou andando pelas paredes da cidade! É que a moda agora é praticar o Parkour, um esporte alternativo para quem quer desligar do caos da cidade, e desenvolver os limites da mente e do corpo.

O esporte foi criado nos anos 80 por um francês chamado David Belle, que se inspirou em seu pai, um cara que adaptou técnicas vietnamitas de combate. A regra básica é que nenhum obstáculo faz parar um homem que corre.

Não há um treinamento específico, pois cada desafio é diferente do outro. Tudo é uma questão de enfrentar as barreiras que vão aparecendo, sejam elas naturais ou em ambientes urbanos, combinando eficiência e controle.

Isso não significa que você vai sair por aí pulando sacadas! Comece por pequenas cercas, muros, sem se esquecer de alongar antes e depois de começar a praticar os exercícios. Aumente devagar o grau de dificuldade para c ondicionar seu corpo. E muito cuidado! nada de exagerar e querer se mostrar para acabar todo quebrado e ralado!

O Traceur – pessoa que praticar o Parkour – tem que combinar as capacidades naturais do seu corpo, como correr, saltar ou escalar com muita disciplina mental e raciocínio, para medir o grau de dificuldade dos obstáculos e qual a melhor maneira de superá-los.

O equipamento necessário? Só uma camiseta, uma calça leve e um par de tênis. Evite bermudas, pois elas aumentam o risco de acidentes.

Confira um pouco da arte de rua que vem dominando a cabeça de muitos jovens:

Categorias: Uncategorized

Chá de Boldo para escutar

28 Outubro, 2009 · 3 Comentários

Por Roni Fagundes

Quem gosta de música alternativa vai adorar tomar… ou melhor, ouvir Chá de Boldo.

Trupe Chá de Boldo

A banda é de São Paulo, tem 13 integrantes.

A música tem influência de vários estilos, desde o samba até o rock. Dessa forma, dificilmente deixa de agradar qualquer pessoa que o escute.

O som Bárbaro dos garotos merece muita atenção. Vale muito a pena conferir a banda ao vivo.

O próximo show dos músicos será no dia 06 de novembro, na Av. Gen. Francisco Glicério n° 206, em Santos, São Paulo.

Boldo

A Trupe Chá de Boldo pode ser contatada por  meio do site ou do Twitter.

Boa degustação! Bom divertimento!

Categorias: Música · Uncategorized
Etiquetado: ,

208 visitantes num único dia …

30 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Pollyana Ferrari

No dia 23 de setembro aPUCultura teve seu maior pico de acesso, com 208 visitantes únicos. Parabéns para as turmas NA e NB, o blog está melhor a cada dia, com pautas mais relevantes e crescente aumento de interatividade e uso das ferramentas de hipermídia.  Não ando dando muito parabéns individual, apenas alguns puxões de orelha, mas agora quero parabenizar aos 71 integrantes do blog. Boa semana de Olimpíada no Brasil!

Categorias: Uncategorized

Século XXI

20 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Glasbergen_3Muito mais diversão no site do artista

Categorias: Uncategorized

Direito de resposta nerd

19 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

 

Tenho que assumir, sou um nerd!

Se tem algo na moda hoje é a defesa das minorias. De uns tempos pra cá, grupos desse tipo (homossexuais, negros, muçulmanos, comunistas…) começaram a se organizar para mudar a ordem vigente, seja com violência ou com passeatas na Paulista. Mas, dentre esta maioria de minorias, deixaram uma de fora: obviamente, a minoria da qual faço parte. Não tenho vergonha de confessar que sou asmático, tenho espinhas na cara e corto meu cabelo no molde de uma cuia. Infelizmente, para qualquer coisa, um nerd deve ser diferente: passeatas e violência não resolvem nada. O objetivo é dominar o mundo.

Ser nerd é um estilo de vida.  Quando alguém “normal” passa o dia na frente do computador é porque o trabalho não deixa. Nerds passam o dia no computador porque são, simplesmente, nerds.

Orgulho nerd

Orgulho nerd

Nerds não são necessariamente inteligentes, são simplesmente nerds. Pessoas normais usam óculos porque tem problemas de visão: nerds usam óculos porque são nerds. Logo, é uma minoria que não tem uma definição fiel ao significado da palavra, nerds são nerds e pronto.

Ao contrário do que se pensa, o nerd não é o mais inteligente da sala e nem será o mais bem-sucedido. É simplesmente uma pessoa que gosta de viver uma vida paralela à do mundo real e ter hábitos totalmente diferentes dos de um ser humano real. A palavra chave é computador. O computador do nerd é o melhor amigo e o RPG é o entretenimento perfeito, pois o mundo real é um saco. Jogando Tíbia, por exemplo, o nerd pode-se tornar o que sempre sonhou: um elfo, um gnomo ou alguma dessas criaturas estranhas. Pela internet, o nerd é bonito e pode arrumar uma namorada virtual, que pode ser uma nerd como ele. Porém, adoramos ser assim e desse jeito entramos na faculdade, pegamos os melhores empregos e criamos ferramentas nerds como o Twitter, o Google e a Microsoft. O esquema é fazer com que todos se tornem nerds como nós e que todos assistam desenho japonês até a terceira idade. A parte do desenho japonês, infelizmente, não está dando tão certo.

Mas infelizmente minorias são minorias. Continuamos na sarjeta, mexendo no Messenger e jogando Nintendo Wii. Mas ainda chegará o dia em que todos se tornarão nerds e nosso plano maléfico será concluído.

Agora vou jogar Tíbia.

Por Adriano Lira

Categorias: Crônica · Uncategorized

O Jeans da estação

10 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Por Thais Loureiro

O jeans da estação

Se depender das fashion victims, a temporada do calor não verá nem sombra dos jeans black e azul-escuro, ainda mais os pesados e com o look high tech, resinado. Mas o bom senso manda dizer que nada precisa ser descartado. Basta incluir no seu closet alguns hits – representados, no verão 2010, por peças de tecido leve, aspecto detonado e tons claros, do azul-médio ao esmaecido. “Quanto mais lembrarem um jeans vintage que perdeu a cor com o tempo, melhor”, diz Sue Barret, editora de denim do site internacional de tendências WGSN.

Jeans

Jeans

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Então, dá-lhe lavagens diferenciadas. “Para que adquiram o ar destruído, elas precisam ser lavadas muitas vezes”, diz Karina Leme dos Santos, diretora de produto da indústria e lavanderia Comask. Já os fiapos e os lixamentos que compõem o estilo vêm do trabalho manual. “Com esses processos, o jeans se torna mais leve e menos estruturado, como pede o calor”, diz Karina. Há mais: para reforçar o efeito destroyed, o tecido do forro aparece em pequenos buracos, os bordados são rústicos, desgastados nas lavanderias, e manchas, obtidas com fios coloridos nas tramas, surgem em meio ao azul. “Alguns itens têm até a cara de avesso”, afirma Oskar Metsavaht, da Osklen.

Categorias: Moda & Beleza · Uncategorized
Etiquetado: , ,

Woody em território nacional

4 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Diretor nova iorquino

Diretor nova iorquino

Por Lari Gutierres

Woody Allen virá para o Brasil no ano que vem.
Depois ter filmado seus últimos filmes em Londres (Match Point, Scoop e O sonho de Cassandra) e na Espanha (Vicky Cristina Barcelona), o diretor escolheu fazer um filme na América Latina, mais precisamente no Brasil.
A notícia foi confirmada pelo Sérgio Sá Leitão, diretor da RioFilme distribuidora e coprofutora estatal.
Mas antes da sua vinda, podemos sentir o prazer de ver mais um filme de Woody ainda este ano: Tudo pode dar certo que chega aos cinemas nacionais em novembro.

Categorias: Uncategorized